A estreia do filme está marcada para 29 de julho.
27 de mar. de 2011
Trailer de Capitão América: O Primeiro Vingador
O trailer é muito interessante, me deixou com uma curiosidade incomum nesse filme. O destaque fica para esse Chris Evans com essa cara digitalmente inserida num corpo franzino, à lá Brad Pitt no Benjamin Button. Esse filme deve transitar entre um Homem de Ferro e Homem-Aranha 1, nada mais que isso.
21 de mar. de 2011
Trailer Oficial de Piratas do Caribe 4
18 de mar. de 2011
MASHUP - Beatles/Joan Jett/Cypress Hill/House of Pain/ Rage Against the Machine
Se você é fã de mashups (como eu), confira esse!
17 de mar. de 2011
Rita Lee Disponibiliza TODOS seus álbuns
hmm, gatinha
A Ex-Mutante e atual Rainha do Rock nacional mandou muitíssimo!
Disponibilizou simplesmente TODOS os álbuns para audição, isso inclui 32 trabalhos, entre carreira solo e Mutantes.
Você pode conferir esse presentão aqui.
Um Gênio Injustiçado
Gil Brother, o "Away de Petrópolis" foi um dos grandes nomes do humor nos anos 00. Digo foi, pois sua carreira mostrou-se relativamente curta. Estreou no programa da MTV Hermes & Renato em 2004, interpretando vários papéis. Abandonou o programa e a emissora no final de 2008, encerrando sua carreira.
Seu humor desbocado e seu estilo único de falar garantiram visibilidade a esse humorista, que até então era apenas lavador de carros e dançarino de rua.
Com certeza foi responsável pelo ápice do programa humorístico. Ainda assim, os realizadores e colegas de trabalho não deram a devida importância a esse gênio do humor, negando salário, contrato e até voz. Gil Brother abandonou o programa sem receber nada, e hoje vive a beira do esquecimento, em sua casa no município de Petrópolis.
Se eu fosse um produtor, investiria em alguém como ele. É audiência certa, e um resgate de um talento que está fadado a cair no limbo.
Deixo uma entrevista que a TRIP TV fez recentemente com ele.
The Strokes libera álbum na íntegra
Trailer Featurette de Piratas do Caribe 4
Ontem mostrei pra vocês o pôster do novo Piratas do Caribe, a franquia de sucesso que nos dá a melhor atuação de Johnny Depp.
A Disney soltou hoje um trailer featurette, onde o próprio capitão Jack Sparrow fala com o público.
A Disney soltou hoje um trailer featurette, onde o próprio capitão Jack Sparrow fala com o público.
Trailer: X-Men: First Class
Para quem não sabe, a saga dos mutantes vai ganhar um filme sobre os mais antigos membros, focando, naturalmente, na relação Xavier e Magneto.
X-Men: First Class tem estreia mundial no dia 3 de junho.
Só espero que seja melhor que o filme sobre as origens do Wolverine.
X-Men: First Class tem estreia mundial no dia 3 de junho.
Só espero que seja melhor que o filme sobre as origens do Wolverine.
16 de mar. de 2011
Pôster de Piratas do Caribe 4: Navegando em Águas Misteriosas
A Disney soltou o primeiro pôster do novo filme da franquia de sucesso, Piratas do Caribe.
Não é grande coisa, é só mais uma imagem do imortal Jack Sparrow, algumas sereias no fundo e um navio em chamas. O elenco trás uma lindíssima novidade: Penélope Cruz.O filme estreia no dia 20 de maio.
15 de mar. de 2011
Angles - The Strokes
Angles – The Strokes
Ainda é The Strokes, com um pouco mais de eletrônico
Sou fã dos Strokes desde 2006, época do lançamento do First Impressions of Earth. Lembro que, ainda bem moleque, já me empolgava com a força dos riffs, com as guitarras acertadas e até com a bateria não tão inspirada. Tenho a banda ainda hoje como uma das minhas preferidas, e uma das muitas que mostram o quão errado é desmerecer musicalmente nossa geração.
Surge, então, a surpresa de um novo álbum, Angles. O nome do álbum fala um pouco sobre a proposta da banda nesse estágio: um álbum que ligasse várias visões de seus integrantes. A capa, como de costume, remete pouco (ou nada) às capas de trabalhos anteriores. Essa me causou, a princípio, até um certo desconforto visual.
O primeiro single, Under Cover of Darkness, é uma típica música dos Strokes. O riff marcante, a bateria num ritmo constante e o vocal gritado. Gostei bastante da música, pois me lembrou apenas mais uma música, podendo estar em qualquer outro álbum, e, no caso, isso não era nada mal. A melhor canção do álbum, escolhida acertadamente como o primeiro single desse novo trabalho.
Começa o álbum. Vem Machu Picchu, que tem um começo diferente de qualquer outra música dos Strokes. O refrão é impolgante, a guitarra soa alegre e dançante, é uma música excelente para começar o álbum (apesar de não ter o mesmo efeito de What Ever Happened?, no Room On Fire, nem de You Only Live Once, em First Impression of Earth).
Depois dá já citada Under Cover of Darkness, a banda nos oferece uma música ligeiramente diferente do usual. Two Kinds Of Happiness parece querer emular algo do The Cure, a bateria bem marcada com jeitão de anos oitenta, o vocal e a guitarra parecem contribuir com esse clima. Porém, no avançar da música, nota-se a pegada Strokes, assim como a primeira do álbum, quase dançante. Até aqui estava tudo bem.
Porém, a influência do álbum solo do vocalista Julian Casablancas despenca na próxima música. You’re So Right, além do vocal quase robótico nos dá um banho de coisas eletrônicas e, não fosse a guitarra solo muito bem acompanhada na música, pareceria alguma cópia dum Paranoid Android na visão do vocalista.
Para me alivar um pouco vem a próxima música, Taken For A Fool, com uma cara bem Is This It (o primeiro álbum da banda). É, como o primeiro single, uma música que leva bem a cara dos Strokes. E apesar de uma ou outra novidade eletrônica no meio da música, ela é linda, bem construída e com um refrão marcante. Ponto para a banda.
Aí vem Games. É uma faixa do solo de Julian Casablancas perdida no meio do Angles. Aqui, novamente, temos uma música que caberia otimamente em um disco do Radiohead. A música não é ruim, mas o excesso de eletrônico parece ofuscar a banda como um todo. Entretanto, se tratando do trabalho intitulado “ângulos”, esse pode ser, talvez, o do vocalista.
Call me back é quase só voz e guitarra. É linda. A guitarra acompanha a letra quase que cantando junto com o vocalista. Sem mais.
Depois, Gratisfaction dá uma levantada no álbum. Essa tem tanto a cara da banda quanto Taken For a Fool. É alegre, quase dançante, os riffs são daqueles que não saem da cabeça, assim como a música em si. Metabolism é quase Electricityscape. Depois vem Life Is Simple In The Moonlight. É uma música bem completa, com uma pós-produção que notadamente pesou muito na composição (o que, aliás, pode ser dito do disco todo).
Ao final do álbum, fiquei com uma impressão mista. Por um lado, me perdi em umas duas faixas pelo excesso do eletrônico. Por outro, fiquei extasiado com mais um trabalho legal da banda. Por fim, depois de escutá-lo mais uma vez, vi Angles como mais um álbum legal dos Strokes, mas seguindo uma tendência um pouco mais “moderna”. Não chega ao brilhantismo de Room On Fire, mas não fica devendo muito.
14 de mar. de 2011
Brick by Brick
Single do Arctic Monkeys, lançado semana passada.
O novo álbum da banda tem previsão de lançamento em Junho.
O novo álbum da banda tem previsão de lançamento em Junho.
12 de mar. de 2011
Super 8 ganha trailer
Filme da parceria entre J. J. Abrams e Steven Spielberg ganha trailer. Eu sou fã confesso do gênero.
Teaser-Trailer de Conan, O Bárbaro
Saiu o teaser-trailer do filme do Conan, confesso que fiquei meio desapontado com essas "fumacinhas", mas tá aí, divirtam-se!
Bang Bang Rock & Roll
ART BRUT – BANG, BANG, ROCK AND ROLL
O indie mais declamado o possível
A Arte Bruta foi um conceito artístico desenvolvido pelo pintor Dubuffet para designar a arte livre de quaisquer influências, estilos oficiais e, principalmente, das imposições do mercado de arte. Dubuffet considerava, então, que a arte bruta, aquela em seu estado mais primitivo, poderia vir desses criadores que estavam fora do meio artístico, como doentes mentais, mendigos e tipos assim.
O Art Brut, banda formada em 2003, parece querer se apropriar de alguns desses conceitos, mas não deixa de se afastar de influências muito próximas do seu tempo. O indie rock nesse álbum de estréia, intitulado Bang, Bang, Rock & Roll, flerta um pouco com o dos seus contemporâneos do Franz Ferdinand, mas com um estilo um tanto próprio. É certo que a banda bebeu na fonte do Talking Heads até não poderem mais, mas transgridem a simples cópia e propõem um estilo muito próprio.
A levada é mais punk, e as letras exploram um mundo semelhante do que os nerds do Weezer estão acostumados a cantar. I formed a band, a primeira canção do álbum, chega a soar meio estúpida, mas a ironia impera e acaba traduzindo um sentimento de todo garoto que queria ter uma banda.
Apesar do som notadamente próprio, o destaque do Art Brut está, sem dúvidas, no vocal de Eddie Argos. As letras são praticamente declamadas, cada sílaba é aproveitada pela voz desleixada do cantor, tornando as músicas mais um relato pessoal que canções num disco. A prova disso está na melhor música do álbum, Emily Kane. É uma música sobre um relacionamento acabado, onde o eu - lírico simplesmente não consegue esquecer a ex, e até conta os dias desde que terminaram. A canção seria comum fosse outra banda, mas no vocal de Argos é uma confissão intimista e que causa identificação. O mesmo pode ser dito sobre a canção seguinte, Rusted Guns of Milan, que nitidamente fala sobre disfunção erétil. A letra quase declamada e repetitiva dão o tom necessário para falar desse tema, que soa engraçado e desesperador na música, ao mesmo tempo.
Apesar disso, o álbum todo vê seus pontos fortes em três músicas, tornando as demais esquecíveis. Assim o Art Brut concebeu seu álbum de estréia, cheio de inventividades, mas que não chega a ter uma estabilidade. Não vale a pena o álbum inteiro, apenas para aqueles que se interessam muito pelo gênero. Recomendo apenas Emily Kane, Rusted Guns Of Milan e Moving to L.A, que são os pontos altos do disco.
Assinar:
Postagens (Atom)



